Arquivos de Tag: Alunos

Governo inscreve estudantes da rede pública para projeto Avança Judô

O Governo do Estado oferece 200 vagas a alunos da rede pública de ensino, com idade entre 6 e 16 anos, para participarem do projeto ‘Avança Judô’, que promove inclusão social através do esporte. A ação é promovida e coordenada pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ). As inscrições podem ser feitas desta quarta-feira (18) até 24 de novembro. De acordo com informações da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), os interessados devem procurar a diretoria das escolas que frequentam. As aulas vão ser ministradas no Centro Pan-Americano de Judô (CPJ), em Lauro de Freitas, município da Região Metropolitana de Salvador (RMS). “Dentro da proposta do projeto, queremos promover uma transformação [nos participantes], incorporando valores como ética, respeito, criatividade, solidariedade e autonomia”, afirma o titular da Setre, Álvaro Gomes. Atualmente, o projeto Avança Judô atende cerca de três mil crianças anos em 14 estados brasileiros – Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Ceará, Cuiabá, Mato Grosso, Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Amapá, Piauí, Rio Grande do Sul, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Roraima. Fonte: Ascom/Setre Leia Mais »

“Quem precisa mais de você é o seu pior aluno”, diz escritor a professores

Autor de best-sellers infanto-juvenis como “A Droga da Obediência” e especialista em letramento e técnicas de leitura, Pedro Bandeira comparou as profissões de professor e médico, em palestra na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, realizada no último final de semana. A uma plateia cheia de fãs e professores, ele sugeriu que os docentes se atentem às diferenças entre os alunos. “Cada aluno é diferente do outro. Você tem que ter a habilidade de cuidar de diferentes”, disse ele, que comparou: “Quem precisa mais de médico? É quem está mais doente. Quem precisa mais de você? É o seu pior aluno. O seu bom aluno não precisa de você, ele anda sozinho. Mas se você não cuida do seu mau aluno, ele vai embora”. O autor deu dicas a professores que querem estimular a leitura, afirmando que alunos que têm mais dificuldades de ler podem ser incentivados, inicialmente, com trechos menores e textos ritmados. Bandeira criticou os professores que cobram que todos os alunos comecem por livros do mesmo tamanho e entendam de forma igual. “Não existe isso. É a mesma coisa que o médico receitar o mesmo remédio para todos os pacientes”, afirmou ele, que reforçou a necessidade de cuidar dos alunos com dificuldades de aprendizado: “Nossa política sempre foi essa, a de excluir. o mau aluno não interessa, eu expulso da classe. Sempre foi assim. Mas no hospital vou expulsar quem está pior?” Outro ponto criticado pelo autor foi a preocupação com as notas. Mais uma vez comparando com o universo da medicina, ele disse que as notas são os exames de laboratório que só interessam ao médico, já que o importante é que o paciente saia curado e que o aluno aprenda. “A nota não é importante. A nota é para você, a prova é para você, assim como o exame de laboratório é para o médico”, disse ele, que ironizou: “Se você for procurar um emprego, não vão perguntar qual foi foi sua nota de ciências na 3ª série. O que importa é o que você é hoje”. Com informações da Agência Brasil. Leia Mais »

Arquivos de jornais são utilizados como ferramenta de aprendizado

As páginas dos jornais registram acontecimentos do cotidiano, muitos dos quais podem se tornar fatos históricos relevantes e que podem ser consultados posteriormente para pesquisa. As coleções de jornais, geralmente, são arquivadas e digitalizadas. A TARDE, por exemplo, tem todas as suas edições publicadas em 103 anos de circulação digitalizadas e disponíveis para consulta. Para a bibliotecária  Dayse Franca, entre os tipos de arquivos, o do jornal impresso se destaca por ser uma ferramenta de credibilidade, já que não tem a mesma flexibilidade das redes de internet na alteração de dados. “Não é um texto escrito de forma aleatória, tem uma autoria e uma instituição por trás. Caso haja “má fé” ou um entendimento errôneo da informação ou algum fato ocorrido, há penalização do autor ou da instituição responsável”, diz. Ele acrescenta que diferentemente do que acontece com alguns sites ou redes sociais onde as informações são inseridas de forma aleatória,“ o jornal é também um documento  histórico porque reflete, de forma organizada (data, local, circunstância), os padrões de uma determinada época”. Quando voltada para as contribuições no período escolar e acadêmico, os materiais contidos em artigos podem colaborar coma formação dos alunos e, também, orientar o corpo docente, afirma o professor e mestre em história da Bahia, Rodrigo Araújo. “O arquivo do jornal impresso é um documento da história do mundo, importantes acontecimentos estão retratados ali. O que não saiu no jornal é algo desconhecido para todo o mundo, já que este veículo sempre pautou todos os demais mecanismo da imprensa. A escola precisa apresentar esses espaços aos alunos, para que a sociedade possa o conhecer posteriormente”. A pedagoga do programa A TARDE Educação, Flávia Barreto,0 jornal é dinâmico, tem registros ali que não estão nos livros didáticos.“ Outro fator é o regionalismo, sabemos que por mais esforços que existam, nossos livros não conseguem contemplar toda a história, nossas aulas ganham mais vigor quando trazemos novidade sou assuntos, o arquivo do jornal impresso permite isso. Permite resgatar a história, trazer ao aluno algo que ele ainda não teve contato, masque está registrado não apenas na memória”. Leia Mais »

Faculdade sedia oficina de jornalismo em Salvador

O Centro Universitário Estácio da Bahia realiza nesta quarta-feira (4) uma Oficina de Elaboração de Jornal Impresso. O evento, organizado pela coordenadora do curso de jornalismo, Antoniella Devanier, é aberto ao público e acontece às 17h, no Laboratório de RTVC do campus Gilberto Gil, no Stiep. As aulas serão ministradas pelos professores Henrique Brito e Antoniella Devanier. Interessados em participar da oficina devem enviar e-mail para: antoniella.devanier@estacio.br com informações como o nome completo, telefone e e-mail para contato. Leia Mais »

PORTAS ABERTAS: Visitas a jornal podem ser agendadas a partir de fevereiro

Por Brenda Gomes Alunos de escolas, faculdades e instituições que trabalham com educação poderão marcar visitas para conhecer as instalações do grupo A TARDE, a partir da segunda semana de fevereiro. A visita, que é promovida pelo programa A TARDE Educação, pretende apresentar para os alunos de diversas instituições o processo da produção do jornal diário antes de chegar à casa do leitor. O passeio inclui visita aos setores de impressão, redação, rádio e acervo do jornal, onde estão catalogadas importantes e raras publicações. As visitas sempre acontecerão às quartas-feiras a partir do mês de março, interessados poderão agenda-las pelo número (71) 3340-8563 ou 3340-8782. O programa A TARDE Educação busca orientar professores e educadores sobre como podem utilizar os meios de comunicação, como recurso didático em salas de aula, sobretudo na formação do cidadão. Leia Mais »

PROJETO FLEXÍVEL: Como montar uma rádio na escola?

Por Brenda Gomes Um dos meios de comunicação mais antigos tem invadido as escolas já a alguns tempos. E tem a possibilidade de despertar nos alunos o interesse não só pela comunicação mas a também, se utilizado corretamente, nas mais distintas disciplinas. Para o Prof. Dr. Marciel Consani, pesquisador do Núcleo de Comunicação e Educação na Universidade de São Paulo, projeto da rádio escola é um projeto  flexível, tanto quando se fala em recursos financeiros até quando se fala em recursos humanos. Neste vídeo Consani tende a trabalhar de acordo com a realidade da escola pública brasileira, utilizando poucos recursos e softwares livres. Confira: Leia Mais »

Grandes educadores são homenageados em escola de São Felipe

Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes e Anísio Teixeira foram grandes nomes da educação brasileira. Defensores de uma educação pública de qualidade e de um sistema de ensino que tenha o aluno como base do aprendizado, eles tiveram – e ainda têm – forte influência nos métodos educacionais contemporâneos. Seja em escolas da rede pública ou privada, os pensamentos destes quatro educadores são usados como base para o projeto político pedagógico. Na cidade de São Felipe (no Recôncavo baiano, a 178 km de Salvador), a Secretaria Municipal da Educação foi além de aplicar os ensinamentos destes mestres em sala de aula e prestou uma homenagem aos quatro grandes pensadores. Na recém-reformada Escola Municipal Presidente Médici, as quatro salas da educação infantil do local receberam, cada uma, os nomes de Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes e Anísio Teixeira. A homenagem, segundo explica o secretário da Educação do Município, destaca a importância destes educadores para as políticas educacionais vigentes hoje no país e, em especial, dos ideais para se chegar à educação integral. “Eles pensaram na educação integral a partir de um conjunto de ideias e estratégias”, diz. Além disso, a escola traz uma menção honrosa a Jaqueline Moll, que é uma das idealizadoras do programa Mais Educação, do governo federal. “A estratégia do Mais Educação é fantástica. As oficinas do programa fazem com que o estudante permaneça mais tempo na escola e não fique na rua. E o melhor, ele vai ficar na escola desenvolvendo atividades que gosta, criando um vínculo maior com a comunidade escolar”, destaca. Em São Felipe, a Escola Municipal Raymundo dos Santos Ferreira já funciona em tempo integral, se antecipando a muitos municípios. Nesta unidade de ensino, as aulas e as atividades artísticas, culturais e esportivas para estudantes do Fundamental I acontecem em ambos os turnos. A partir do próximo ano, serão os estudantes da Escola Municipal Presidente Médici que irão passar a estudar em tempo integral. Conforme o Secretário da Educação de São Felipe, Pedro Araújo Júnior, um desafio para ampliar a educação integral, no estado, é quebrar a ideia de turno e contraturno, como foi feito no Raymundo Ferreira e previsto para o Presidente Médici. “A ideia de turno e contraturno pode oferecer ao estudante a sensação de que o ... Leia Mais »

Alunos de escolas municipais recebem prêmio de concurso de redação sobre corrupção

Em comemoração ao Dia Internacional de Combate à Corrupção (09), os alunos da rede municipal de ensino vencedores da 2ª edição do concurso de redação “O que você tem a ver com a corrupção?” foram premiados nesta quarta-feira (10). O concurso – realizado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação (SMED) – envolveu alunos do 8º e 9º ano, que fizeram um artigo de opinião com o tema “O que você tem a ver com a corrupção”. Participaram do evento o procurador-geral do MP-BA, Márcio José Cordeiro Fahel, o chefe de gabinete da SMED, Eliezer Cruz, o promotor Sávio Damasceno, além de outras autoridades. A abertura foi feita pelo coral do MP-BA. O objetivo da ação é conscientizar as crianças e adolescentes sobre o valor da honestidade e da transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter. Os alunos vencedores foram premiados com um tablet e os professores orientadores com uma câmera fotográfica digital. As redações premiadas foram publicadas nesta quarta-feira (10) em um jornal de grande circulação. A campanha – Lançada em 2012 com o objetivo de conscientizar a sociedade, principalmente as crianças e adolescentes, a partir de um diferencial, que é o incentivo à honestidade e à transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter, com vistas à criação de uma cultura de valores e princípios éticos que contribuam para a construção de um país mais justo e melhor. Confira os vencedores: 1º lugar: Aluna: Laurene Sued Batista dos Santos – 9º ano Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes Professora: Eliane Souza da Silva Neves 2º lugar: Aluna: Suelen Nascimento Silva – 8º ano Escola Professora Alexandrina dos Santos Pita Professora: Deise Souza Alves 3º lugar: Aluna: Anna Carolina Reis Leão – 9º ano Escola Municipal Amélia Rodrigues Professora: Joseli dos Reis Querino Leia Mais »

TECNOLOGIA: Videogames são aliados na em atividades pedagógicas

Durante muito tempo, os videogames foram vistos apenas como entretenimento. Um tipo de diversão que muitas vezes ganhou destaque apenas com foco no conteúdo violento de alguns jogos. Nos EUA, a proliferação dos games levou políticos de projeção, como a ex-primeira-dama Hillary Clinton, a culpar os jogos por “roubar a inocência de nossas crianças”. Essa percepção, no entanto, vem se modificando e muitos educadores defendem a incorporação dos jogos eletrônicos, ou ao menos de sua lógica, à sala de aula. Uma das principais pesquisadoras do tema no Brasil, Lynn Alves, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), afirma que a imersão provocada pelo videogame e as possibilidades narrativas permitem ao aluno quebrar a rigidez do ambiente escolar e lidar de maneira lúdica com os temas do currículo. Para que isso funcione, no entanto, o game não pode perder justamente as características que atraem tantos usuários. “O jogo não pode se transformar num livro eletrônico. Se isso acontecer, o objetivo se perdeu”, aponta. Veja abaixo exemplos de como os games podem ser incorporados ao projeto pedagógico. 1. Quadribol na educação física No preparo das suas aulas de educação física, Archimedes de Moura Junior, professor da rede estadual de São Paulo, sempre trazia sob o braço o tapete de dança, acessório para o Playstation 2, que aplicava com os alunos. Posteriormente, adaptou para a classe o Quadribol, modalidade esportiva dos bruxinhos da série Harry Potter. Com videogame e TV próprios, Archimedes deixava que estudantes da 4ª série do ensino fundamental jogassem dois minutos do game Harry Potter: Quidditch World Cup e, na aula seguinte, os conhecimentos adquiridos na tela eram colocados em prática na quadra, com direito a chapéu de bruxo e acessórios. O projeto deu tão certo que, no ano seguinte, integrou-se a outras disciplinas, que passaram a abordar os livros da autora da série Harry Potter, J. K. Rowling, inspiradas pelas aulas de educação física. 2. A Revolta dos Alfaiates vira game Na Escola Municipal Antônio Euzébio, em Salvador, as crianças passaram a usar o game Búzios: ecos da liberdade como auxílio nas aulas de história e cultura afro – o enredo do jogo trata da Revolta dos Alfaiates no final do século XVIII. Antes, porém, os professores tiveram de entender e manusear o jogo. “Aqueles ... Leia Mais »

Estudante da rede municipal, com síndrome rara, lança livro em Salvador

Nem mesmo uma síndrome rara que provoca envelhecimento precoce é capaz de distanciar Sara Silva Gonçalves, 13 anos, do sonho de se tornar uma grande escritora. Aluna da rede municipal de ensino, a adolescente é atendida pelo programa de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal da Educação (SMED) e lança nesta sexta-feira (05), às 8h30, seu livro “A Bruxinha Mauricéia”, sua segunda obra. O lançamento faz parte da “Mostra de experiências educacionais inclusivas: afetividade e práticas pedagógicas”, que será realizado das 7h30 às 12h, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Canela. O secretário municipal da Educação, Jorge Khoury, fará a abertura do evento. A programação inclui ainda palestras, debates e relatos de experiências. O objetivo da mostra é socializar experiências educacionais inclusivas de professores da sala comum, da sala de recursos multifuncionais, classes hospitalares da rede pública municipal de Salvador e centros de atendimento educacional especializado, que revelem a garantia do direito à educação com qualidade e equidade, centradas no respeito e valorização das diferenças e à diversidade no contexto escolar. O evento também tem como intuito refletir sobre a escola, sua função social e formativa de promover educação e cuidado com equidade na formação do educando, além de socializar experiências de professores da rede, através do relato de experiências exitosas no processo de inclusão dos alunos, público-alvo da Educação Especial na escola regular e alunos hospitalizados. Leia Mais »