Arquivos de Tag: Aprendizagem

PORTAS ABERTAS: Visitas a jornal podem ser agendadas a partir de fevereiro

VISITA_ATARDE

Por Brenda Gomes Alunos de escolas, faculdades e instituições que trabalham com educação poderão marcar visitas para conhecer as instalações do grupo A TARDE, a partir da segunda semana de fevereiro. A visita, que é promovida pelo programa A TARDE Educação, pretende apresentar para os alunos de diversas instituições o processo da produção do jornal diário antes de chegar à casa do leitor. O passeio inclui visita aos setores de impressão, redação, rádio e acervo do jornal, onde estão catalogadas importantes e raras publicações. As visitas sempre acontecerão às quartas-feiras a partir do mês de março, interessados poderão agenda-las pelo número (71) 3340-8563 ou 3340-8782. O programa A TARDE Educação busca orientar professores e educadores sobre como podem utilizar os meios de comunicação, como recurso didático em salas de aula, sobretudo na formação do cidadão. Leia Mais »

Grandes educadores são homenageados em escola de São Felipe

Darcy Ribeiro é um dos homenageados

Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes e Anísio Teixeira foram grandes nomes da educação brasileira. Defensores de uma educação pública de qualidade e de um sistema de ensino que tenha o aluno como base do aprendizado, eles tiveram – e ainda têm – forte influência nos métodos educacionais contemporâneos. Seja em escolas da rede pública ou privada, os pensamentos destes quatro educadores são usados como base para o projeto político pedagógico. Na cidade de São Felipe (no Recôncavo baiano, a 178 km de Salvador), a Secretaria Municipal da Educação foi além de aplicar os ensinamentos destes mestres em sala de aula e prestou uma homenagem aos quatro grandes pensadores. Na recém-reformada Escola Municipal Presidente Médici, as quatro salas da educação infantil do local receberam, cada uma, os nomes de Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes e Anísio Teixeira. A homenagem, segundo explica o secretário da Educação do Município, destaca a importância destes educadores para as políticas educacionais vigentes hoje no país e, em especial, dos ideais para se chegar à educação integral. “Eles pensaram na educação integral a partir de um conjunto de ideias e estratégias”, diz. Além disso, a escola traz uma menção honrosa a Jaqueline Moll, que é uma das idealizadoras do programa Mais Educação, do governo federal. “A estratégia do Mais Educação é fantástica. As oficinas do programa fazem com que o estudante permaneça mais tempo na escola e não fique na rua. E o melhor, ele vai ficar na escola desenvolvendo atividades que gosta, criando um vínculo maior com a comunidade escolar”, destaca. Em São Felipe, a Escola Municipal Raymundo dos Santos Ferreira já funciona em tempo integral, se antecipando a muitos municípios. Nesta unidade de ensino, as aulas e as atividades artísticas, culturais e esportivas para estudantes do Fundamental I acontecem em ambos os turnos. A partir do próximo ano, serão os estudantes da Escola Municipal Presidente Médici que irão passar a estudar em tempo integral. Conforme o Secretário da Educação de São Felipe, Pedro Araújo Júnior, um desafio para ampliar a educação integral, no estado, é quebrar a ideia de turno e contraturno, como foi feito no Raymundo Ferreira e previsto para o Presidente Médici. “A ideia de turno e contraturno pode oferecer ao estudante a sensação de que o ... Leia Mais »

TUDO EM ORDEM: O papel do coordenador pedagógico

10052012professoresMarcosSantos005

Cada escola tem características pedagógico-sociais irredutíveis quando se trata de buscar soluções para os problemas que vive. A realidade de cada escola – não buscada por meio de inúteis e pretensiosas tentativas de “diagnóstico” – mas como é sentida e vivenciada por alunos, pais e professores, é o único ponto de partida para um real e adequado esforço de melhoria. José Mário Pires Azanha. Documento preliminar para reorientação das atividades da Secretaria. Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, 1983. Retomamos esta afirmação de Azanha, que foi exaustivamente discutida pelos educadores da rede estadual paulista, na década de 80, porque ela nos lembra que não se pode falar da escola, mas sim de cada escola em particular. Como pensar em tempos-espaços iguais para o desenvolvimento de propostas curriculares, se as escolas não são iguais? Como fazê-lo, se não dá mais para pensar em escolas urbanas e rurais, pois já temos urbanas centrais e de periferia, rurais de campo e ribeirinhas, bem como variadas combinações de cada um desses tipos? Se o instituído pelo currículo tem uma base legal – e precisa tê-la, para garantir a Educação Básica para todos, num Estado que se quer democrático, como atentar para essas tantas diferenças não só regionais, mas dentro de cada região? Parece-nos, então, mais apropriado pensar os atores da escola singular – gestores, professores, auxiliares de apoio e alunos -, em suas relações com as questões curriculares, sem perder de vista que estas são relações de indivíduos portadores de subjetividades com um instituído que lhes é apresentado, via de regra, como objeto a ser manipulado, que a alguns agrada, a outros desagrada. Nessas relações pedagógicas intersubjetivas direção-professor, professor-professor, professor-aluno, aluno-aluno, e destes com o saber instituído pelos currículos que lhes são apresentados, aparecem os conflitos, as contradições, as perdas de referência dos elementos estruturantes de seu modus vivendi. É certo que aparecem também as aderências ao proposto e as tentativas de fazê-lo o melhor possível. Para melhor entender essas relações, escolhemos, neste texto, o coordenador pedagógico (ou professor-coordenador ou coordenador pedagógico-educacional ou outro termo que designe esse profissional) como ator privilegiado para nossa discussão. A escolha se deve ao fato de entendermos que ele tem, na escola, uma função articuladora, formadora e transformadora. Portanto, é o elemento ... Leia Mais »

Alunos de escolas municipais recebem prêmio de concurso de redação sobre corrupção

PremiacaoMP (1)

Em comemoração ao Dia Internacional de Combate à Corrupção (09), os alunos da rede municipal de ensino vencedores da 2ª edição do concurso de redação “O que você tem a ver com a corrupção?” foram premiados nesta quarta-feira (10). O concurso – realizado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação (SMED) – envolveu alunos do 8º e 9º ano, que fizeram um artigo de opinião com o tema “O que você tem a ver com a corrupção”. Participaram do evento o procurador-geral do MP-BA, Márcio José Cordeiro Fahel, o chefe de gabinete da SMED, Eliezer Cruz, o promotor Sávio Damasceno, além de outras autoridades. A abertura foi feita pelo coral do MP-BA. O objetivo da ação é conscientizar as crianças e adolescentes sobre o valor da honestidade e da transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter. Os alunos vencedores foram premiados com um tablet e os professores orientadores com uma câmera fotográfica digital. As redações premiadas foram publicadas nesta quarta-feira (10) em um jornal de grande circulação. A campanha – Lançada em 2012 com o objetivo de conscientizar a sociedade, principalmente as crianças e adolescentes, a partir de um diferencial, que é o incentivo à honestidade e à transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter, com vistas à criação de uma cultura de valores e princípios éticos que contribuam para a construção de um país mais justo e melhor. Confira os vencedores: 1º lugar: Aluna: Laurene Sued Batista dos Santos – 9º ano Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes Professora: Eliane Souza da Silva Neves 2º lugar: Aluna: Suelen Nascimento Silva – 8º ano Escola Professora Alexandrina dos Santos Pita Professora: Deise Souza Alves 3º lugar: Aluna: Anna Carolina Reis Leão – 9º ano Escola Municipal Amélia Rodrigues Professora: Joseli dos Reis Querino Leia Mais »

Estudante da rede municipal, com síndrome rara, lança livro em Salvador

menino-lendo

Nem mesmo uma síndrome rara que provoca envelhecimento precoce é capaz de distanciar Sara Silva Gonçalves, 13 anos, do sonho de se tornar uma grande escritora. Aluna da rede municipal de ensino, a adolescente é atendida pelo programa de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal da Educação (SMED) e lança nesta sexta-feira (05), às 8h30, seu livro “A Bruxinha Mauricéia”, sua segunda obra. O lançamento faz parte da “Mostra de experiências educacionais inclusivas: afetividade e práticas pedagógicas”, que será realizado das 7h30 às 12h, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Canela. O secretário municipal da Educação, Jorge Khoury, fará a abertura do evento. A programação inclui ainda palestras, debates e relatos de experiências. O objetivo da mostra é socializar experiências educacionais inclusivas de professores da sala comum, da sala de recursos multifuncionais, classes hospitalares da rede pública municipal de Salvador e centros de atendimento educacional especializado, que revelem a garantia do direito à educação com qualidade e equidade, centradas no respeito e valorização das diferenças e à diversidade no contexto escolar. O evento também tem como intuito refletir sobre a escola, sua função social e formativa de promover educação e cuidado com equidade na formação do educando, além de socializar experiências de professores da rede, através do relato de experiências exitosas no processo de inclusão dos alunos, público-alvo da Educação Especial na escola regular e alunos hospitalizados. Leia Mais »

Concurso de redação e desenho premia estudantes, de todas as etapas da educação, com até R$6 mil

858a92ec-e455-46fd-876a-a1cab2fa548d

Reconhecidos dentro e fora do País, os compositores Dorival Caymmi [1914-2008], Ary Barroso [1903-1964] e o piloto Ayrton Senna [1960-1994] são temas do 17º Concurso Nacional de Desenho, Redação e Artigo, promovido pela Imprensa Nacional. As inscrições podem ser feitas até 31 de dezembro. O concurso é dirigido a estudantes de todas as etapas da educação básica e de graduação, pública e particular. Estimular a pesquisa, a produção intelectual e artística, despertar o interesse de estudantes e professores pela visita a museus e instituições históricas estão entre os objetivos do concurso. No total, serão distribuídos R$ 30 mil. Diferente da maior parte dos concursos, o da Imprensa Nacional terá a categoria desenho para crianças do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Os alunos devem fazer um desenho tendo como tema Ayrton Senna Visita o Museu da Imprensa. Premiação O prêmio será o depósito em caderneta de poupança de R$ 1,8 mil para o primeiro colocado, R$ 1,2 mil para o segundo e R$ 850 para o terceiro. O Legado do Compositor e Cantor Baiano Dorival Caymmi é o tema da redação para alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental. Os vencedores receberão R$ 2,1 mil (primeiro lugar), R$ 1,3 mil (segundo) e R$ 950 (terceiro), depositados em conta poupança do estudante. Para os três anos do ensino médio, o tema da redação é O Sentimento Nacional de Ary Barroso, compositor destacado da música popular brasileira. O primeiro colocado receberá R$ 2,8 mil; o segundo, R$ 1,7 mil; o terceiro, R$ 1 mil, também em depósitos de poupança. Universitários de qualquer área da graduação concorrerão com um artigo sobre a importância dos museus na formação cultural do país. Nesta categoria, o prêmio será de R$ 6 mil para o primeiro colocado e de R$ 4 mil para o segundo. Como incentivo, o professor de cada aluno premiado, exceto na categoria artigo, será contemplado com depósito de R$ 700 em caderneta de poupança. Mais informações sobre o concurso e a ficha de inscrição estão disponíveis na página da Imprensa Nacional na internet. Leia Mais »

EDUCAÇÃO EM NOSSAS MÃOS: Educadores serão recebidos por Ministro da Educação

educaçãoemnossasmaos

O Ministro da Educação, Henrique Paim, receberá os educadores do movimento Educação em Nossas Mãos no dia 27 de novembro, próxima quinta-feira, às 10h, para a entrega oficial do Livro Vozes de Educadores Brasileiros. O livro é resultado da escrita propositiva e autoral de centenas de educadores de 15 estados brasileiros que se reuniram para escrever ideias de mudança para a educação pública brasileira. O Movimento Educação em Nossas Mãos, através da publicação e disponibilização do livro, objetiva inspirar os governantes eleitos (presidente da república e governador do Estado da Bahia) com as propostas e ideias de quem vivencia o dia-a-dia da escola pública, sendo pais, comunidade e, especialmente e em sua maioria – professores, para ajudar a promover a melhora efetiva da educação pública no país. O movimento Educação em Nossas Mãos teve início na Bahia, do desejo de educadores da Chapada Diamantina e Semiárido em participar da construção da educação brasileira, trazendo sua experiência para os centros de decisão do país. As ideias de mudança começaram a ser coletadas em uma atividade realizada pelo movimento em Brasília em maio deste ano: a Conferência Popular Nacional de Educação. Realizada em 17 de maio, uma enorme tenda foi montada no gramado em frente ao Congresso Nacional, onde os educadores iniciaram a exposição e registro das suas ideias, tendo excelente resultado pela qualidade das propostas apresentadas. Na ocasião, um documento foi registrado e entregue aos parlamentares, especialmente os ligados à Educação. Leia Mais »

Escolas focam em ações para um planeta sustentável

Reciclagem

Por Davi Lemos Há duas semanas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) lançou um ultimato: a educação para o desenvolvimento sustentável deve fazer parte dos currículos escolares. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, resumiu: “Não há plano B porque não existe planeta B”. Na Bahia, escolas públicas e particulares já enfrentam a questão há algum tempo. No Colégio Oficina, na Pituba, os estudantes decidiram que as ações de sustentabilidade tinham que vir junto com as atividades de cidadania. Rachel Motta de Oliveira Mutti, 15, é aluna do 1º ano do nível médio e integra o Grupo Ambiental e Cidadão do Colégio Oficina (Gacco). “A proteção do meio ambiente e as ações de cidadania devem andar juntas. Por isso juntamos os dois projetos no mesmo grupo”, diz a estudante. A diretora da escola e coordenadora do Gacco, Márcia Kalid, diz que, entretanto, não deve haver uma disciplina específica para trabalhar os temas. “Trabalhamos isto de forma transversal e interdisciplinar”. Kalid diz ainda que os estudantes desempenham as atividades não somente no ambiente escolar, mas saem para realizar visitas a projetos de sustentabilidade, como à Cooperativa de Recicláveis de Canabrava. “Quando observamos esta realidade de perto, as ações tornam-se muito mais que uma matéria pode ensinar. A motivação para conservar o ambiente tem que vir de dentro”, disse Rachel Mutti. No espaço escolar, os estudantes são incentivados a promover ações de reciclagem – como parte integrante das disciplinas de física, química e biologia. Eles realizam visitas à estação de tratamento da Embasa, na Boca do Rio. O conhecimento dos processos de tratamento servem para estimular o consumo racional deste bem. Rede pública Embora possua diretrizes para a educação ambiental desde 2006, somente há um ano a Secretaria Municipal da Educação (Smed) criou um grupo de trabalho para tratar do tema. A intenção foi tornar as ações deste tema uma constante. “Como ocorre com uma horta, a educação ambiental deve ser sempre cuidada, sempre regada”, comparou a supervisora do grupo de trabalho de educação ambiental da Smed, Jaqueline Araújo de Barros, que é socióloga. “A nossa proposta é que Salvador seja um município educador sustentável”, destacou. A secretaria possui quatro linhas de atuação – visitas guiadas a institutos públicos e privados que promovem ... Leia Mais »

Criar disciplina não é a única solução

seduc professores São francisco do Conde

Por Davi Lemos O professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e da Universidade Federal da Bahia (Ufba) César Leiro ressalta que não é necessário haver uma disciplina específica sobre educação ambiental e desenvolvimento sustentável para que estes temas sejam tratados em sala de aula. Leiro, que é doutor em educação pela Ufba, destaca que, “diante do acelerado processo de destruição da natureza e da dificuldade dos governos de enfrentar a questão do ponto de vista educacional e social, são legítimas as preocupações das Nações Unidas”. O professor ressalta que, a partir da escola, é possível buscar e construir alternativas para o papel do estado e da sociedade em busca de uma sociedade ambiental e socialmente sustentável. O apelo da Unesco realizado no Japão marcou o fim da Década das Nações Unidas de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, iniciado em 2005. Mas, mesmo no Japão, país conhecido pelo desenvolvimento educacional e práticas sustentáveis, apenas 20% dos habitantes sabem dizer o que seria educação para o desenvolvimento sustentável. A reversão de quadros como estes, observa o professor César Leiro, “não ocorrerá com a criação de uma disciplina, mas com a associação dos campos do trabalho, da educação, da saúde e do meio ambiente”. Segundo o professor, é fundamental o uso de conteúdos midiáticos em diferentes linguagens. Níveis distintos É fundamental ainda que o desenvolvimento sustentável seja tratado nas séries da educação básica, com valorização da infraestrutura escolar e formação constante do corpo docente. Mas César Leiro destaca a atenção que deve haver também no ensino superior. “Nesse último, é necessário garantir a indissociabilidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão”, apontou o professor da Ufba e da Uneb. Ele salienta que deve haver um acompanhamento pedagógico sobre a questão do desenvolvimento sustentável que possibilite ao estudante produzir e socializar conhecimento sobre o tema. “Isto contribui para que o estudante faça da educação algo que fique com ele”, ressalta. Visão holística O coordenador de educação ambiental da SEC, Fábio Barbosa, destaca que o estudante deve observar o ambiente como algo realmente próximo, não dissociado da realidade. “O estudante deve ser estimulado a ter uma visão holística”, explica. O estímulo ao uso racional da água e da energia elétrica não deve ser visto somente como algo que reduzirá ... Leia Mais »

Último encontro de articuladores do A TARDE Educação incentiva alfabetização e letramento

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO GRUPO A TARDE.

Por Brenda Gomes Na sexta-feira (21) os articuladores do programa A TARDE Educação se reuniram no último encontro no ano de 2014. O evento aconteceu no auditório , do Centro Universitário UNINTER, polo Salvador, na Av. ACM, e contou com a presença de secretários municipais da educação e gestores escolares – parceiros do programa. Também estavam presentes o especialista em educação infantil e planejamento de ensino Clairton Quintela e o professor doutor Eniel do Espírito Santo, gestor da UNITER, que enxerga o projeto como fundamental para o desenvolvimento do aluno. “Desenvolve com pendências leitoras nos estudantes, que são fundamentais para a vida , para o mercado de trabalho. E no nosso caso, especialmente no ensino superior passamos a receber os alunos melhor preparados. Porque quando o aluno chega no ensino superior, encontramos nesses alunos muitas dificuldades que dizem respeito a suas competências leitoras, não conseguem ler, entender o texto… e sobre esse programa ele vai ao encontro de onde queremos chegar.” A articuladora Marilene Costa, do município de São Francisco do Conde, espera quem em 2015 o programa possa fazer uma diferença ainda maior dentro das escolas. “Os meninos manuseiam os jornais e sempre que acham alguma coisa interessante eles trazem para a sala de aula, ou então até levam para casa”, afirma. Marilene ainda conta que as atividades com o jornal é uma novidade não só para os alunos, mas também para os professores, que o enxergam não como mais um “programa” mas como um aliado para novas propostas. Mesmo com as explosão das redes sociais e da internet o articulador da cidade de Ibitiara, Ricardo Oliveira ver a utilização do jornal como importante ferramenta para a formação do senso crítico, e com um leque de opções para a o ensino nas salas de aula. “Depois que começamos a ter o contato com os treinamentos e as orientações, e partirmos para a prática a gente acaba descobrindo mais ainda a importância do jornal impresso e de como levá-lo a seduzir os alunos nas salas de aula. E os alunos eles adoram, porque qualquer conteúdo pode ser trabalhado com o jornal”. TROCA-TROCA Durante o encontro os articuladores avaliaram e trocaram experiências sobre o desenvolvimento das atividades com o jornal nos municípios. “Nesse momento que temos o ... Leia Mais »