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Programa complementará formação de professores

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Ministério da educação Está aberto até 5 de maio próximo o prazo de inscrições na Rede Universidade do Professor, programa do Ministério da Educação que vai sistematizar a oferta de formação inicial e continuada dos professores da rede pública da educação básica. Com a rede, o MEC oferece vagas de formação inicial a professores efetivos dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio que ainda não têm formação nas disciplinas que lecionam. As vagas são gratuitas, e os cursos serão ministrados por instituições públicas ou comunitárias de educação superior. A inscrição pode ser feita por: Professores sem nível superior, em busca da primeira licenciatura. Professores licenciados, mas que atuam fora da área de formação, em busca da segunda licenciatura. Professores graduados não licenciados, em busca da formação pedagógica. Estarão disponíveis vagas em cursos de licenciatura nas áreas de matemática, química, física, biologia, letras–português, ciências, história e geografia. Os cursos da Universidade do Professor estarão disponíveis a partir do segundo semestre deste ano, com a oferta de 105 mil vagas para a primeira licenciatura, na modalidade a distância, no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Na modalidade presencial regular, estarão disponíveis vagas remanescentes das instituições federais de educação superior ofertadas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para 2017, serão ofertadas vagas em cursos de primeira e segunda licenciaturas e de complementação pedagógica do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), presenciais, e do sistema UAB, a distância. As inscrições devem ser feitas na Plataforma Freire, no curso adequado à formação do candidato. Leia Mais »

ILHA DE MARÉ: Escola quilombola vence concurso de melhor receita de alimentação escolar

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 A receita de abará feito de massa de aipim e carne moída da Escola Municipal Nossa Senhora das Candeias, localizada na comunidade quilombola de Praia Grande, na Ilha de Maré, é uma das vencedoras concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A premiação foi realizada na manhã desta quinta-feira (28), em Brasília. Aprovada pelos alunos, professores e pais, a troca dos ingredientes foi uma sugestão da merendeira da Dejanira dos Santos, 41, que atua na escola há 17 anos. “Não gosto de ficar parada, estou sempre inventando um jeito para os meninos comerem de tudo, e sabia que por aqui ninguém nunca comeu um abará de aipim”, destacou. O bolinho, que é bem diferente do tradicional de feijão-fradinho com camarão seco, é temperado com bastante cebola, tomate e pimentão, coentro e azeite de dendê e é servido na folha de bananeira. A diretora da escola, Cletia Paraguassu, disse que a comunidade está em festa após o anúncio da vitória da receita que já era sucesso na escola. “Os primeiros jurados foram os alunos, que aprovaram de primeira. Com certeza se o abará não tivesse sido aprovado pelo nosso público exigente, não teríamos ganhado o Brasil. Estamos muito felizes com o prêmio e por divulgar a nossa cultura para o país”, comemorou. O objetivo da competição nacional, que reuniu 2.433 merendeiras do país, foi comemorar os 60 anos de criação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis nos alunos. Foram escolhidas as cinco receitas mais saborosas e criativas – uma de cada região do país – e cada merendeira vencedora recebeu um prêmio de R$ 5 mil e uma viagem internacional. As Escolas Municipais Batista de São Caetano (São Caetano) e Francisco Leite (Cajazeiras) também foram finalistas do concurso. As escolas apresentam as receitas “Enroladão Saudável” e “Combinado de Sabores”, respectivamente. As três escolas da rede municipal de Salvador foram as únicas representantes da região Nordeste na final do concurso. Oficina — Em dezembro último, alunos do quarto e do quinto anos da Escola Municipal Nossa Senhora das Candeias participaram de uma oficina para aprender a receita. Além do modo de preparo, foram explicados os benefícios ... Leia Mais »

Interessados no Fies podem se inscrever a partir desta terça-feira (26)

Estudantes-têm-dificuldades-para-fazer-inscrição-no-Fies

   Portal mec O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial desta sexta-feira, 22, o calendário do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2016. As inscrições devem ser feitas de 26 a 29 deste mês, somente na página do programa na internet. Para o processo seletivo do Fies, somente poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e obtido média igual ou superior a 450 pontos, nota na redação superior a zero. Poderá se inscrever em um único curso e turno dentre aqueles com vagas ofertadas. Outra exigência para conseguir o Fies é possuir uma renda familiar bruta de até dois salários mínimos e meio. O estudante poderá se inscrever para um único curso e turno dentre as vagas ofertadas no processo seletivo. O resultado da pré-seleção na chamada única e a lista de espera serão divulgados em 1º de fevereiro. Leia Mais »

MEC vai apoiar mais de 26 mil escolas com baixo desempenho na alfabetização

Foto Marcelo Casal Jr

O Ministério da Educação (MEC) dará suporte extra a escolas que estão com dificuldades na alfabetização, segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Manuel Palacios. Ao todo, 26,5 mil escolas receberão apoio, não apenas nos primeiros anos, quando ocorre a alfabetização, mas também até o 9º ano do ensino fundamental. O apoio inclui educação integral, formação de professores e material didático específico. A intenção é iniciar a ajuda até meados do ano que vem. Segundo o secretário, se o Brasil quiser promover uma mudança na educação, deve focar na alfabetização. “São necessários esforços para assegurar o letramento adequado mesmo daqueles que ultrapassaram o 3ª ano do ensino fundamental, já estão no 4º, 5º ou mesmo na segunda fase do ensino fundamental”, disse à Agência Brasil durante o 2º Seminário do Ensino Médio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), em Manaus. O MEC mapeou, a partir dos resultados da Prova Brasil, aplicada ao 5º e 9º ano do ensino fundamental, e da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), aplicada às crianças do 3º ano do ensino fundamental, as escolas que concentram a maior parte dos alunos com baixo desempenho ou desempenho muito insuficiente nessas avaliações. Em número, as escolas correspondem a pouco menos de 50% das avaliadas pela Prova Brasil. Metade delas está na Região Nordeste. Segundo Palacios, um aluno que chega ao 9º ano e têm um desempenho insuficiente na avaliação do MEC significa que tem “um desenvolvimento muito insuficiente para que possa almejar ter contato com a cultura letrada, contato com conteúdo científico, com textos históricos”. O apoio será dado pela articulação de programas como o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), que busca garantir que os alunos até 8 anos estejam alfabetizados em português e matemática; o Mais Educação, que oferece jornada ampliada e educação integral às escolas; e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). Será um projeto da União em parceria com os demais entes federados. Leia Mais »

MEC vai lançar programa para incluir ensino de ética nas escolas

programa Mais Educação inscrição

O Ministério da Educação (MEC) vai lançar um programa para incluir a ética na formação educativa das escolas do país. A informação é do ministro Renato Janine, na última sexta (11) a conferência magna “A ética é o que nos faz falta” no Encontro Internacional Educação 360. Durante dois dias, foram discutidas questões atuais e os rumos da educação, com conferências magnas, mesas de debate e estudos de caso. Participam do evento convidados internacionais, educadores, gestores, estudantes e familiares e representantes do poder público. De acordo com o ministro, será lançado um portal na internet, ainda sem data definida, que vai reunir informações e trabalhos relacionados ao tema. “Nós temos inicialmente a construção de um portal que vai unir várias ações éticas que já existem ou que estão sendo iniciadas. Por exemplo, elaboramos um material sobre o plágio, que é um problema sério sobretudo desde o ensino médio, que se torna grave no ensino superior e muito grave na pós-graduação. Então, é uma das questões éticas a discutir, bem como as questões mais básicas, como educação das crianças para o respeito ao outro, para a igualdade de todos”. Janine cita também uma história em quadrinhos feita pelo desenhista Maurício de Sousa, a pedido da Controladoria-Geral da União (CGU), e uma cartilha da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) sobre educação financeira, que integrarão o projeto. De acordo com o ministro, a educação para a ética pode elevar o nível do debate político do país no futuro. O ministro afirma que sempre faltou no país uma base ética para se discutir política, o que, segundo ele, deixa até hoje o debate limitado ao bem contra o mal. “A grande forma de atacar e desestabilizar qualquer poder que seja é acusá-lo de corrupção, isso é histórico, eu procurei mostrar na palestra que isso tem 400 anos”, disse o ministro. Com informações da Agência Brasil. Leia Mais »

Ministério da Educação propõe curso de formação para diretores de escolas

seduc professores São francisco do Conde

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que em breve será lançado um programa de formação para diretores de escolas. “Queremos lançar isto o mais cedo possível. Mas enquanto não tivermos tudo organizado, não posso anunciar a data”, afirmou, após participar de um seminário sobre educação pública. Sobre os temas a serem tratados na capacitação, o ministro destacou que o importante é ter uma formação em que o diretor da escola seja habilitado a lidar com dados numéricos e estatísticos que, segundo ele, são um “grande diagnóstico” dos pontos fortes e fracos de cada escola. Além de aprender a lidar com as bases de dados fornecidas por órgãos do próprio Ministério da Educação, os diretores serão informados sobre as ferramentas disponíveis para solucionar as dificuldades. “E que ele receba também uma formação para saber quais as soluções que ele tem ao alcance para isso, tanto pedagógicas, quanto do ponto de vista de programas federais e outros que ajudem a escola”, disse Janine. Outros pontos que devem ser abordados são a formação de equipe e a administração de conflitos. “Fora isso, que ele [o diretor] seja capaz de administrar conflitos, que são parte integral da formação de qualquer pessoa que está se passando de criança a adolescente e de adolescente a adulto. Que seja capaz também de formar equipes de professores que trabalhem de forma empenhada.” Na primeira etapa do programa, Janine estima que será possível atingir “algumas dezenas de milhares” de diretores, por meio de um curso ministrado prioritariamente pela internet. “Neste ano, como no ano que vem, todos sabem, os recursos econômicos serão muito limitados. Então, não temos condições de pensar em grande escala. Estamos pensando em fazer um curso barato, para justamente mostrar que você pode conquistar ganhos de qualidade com o uso criterioso do dinheiro”, afirmou o ministro, sobre a opção da formação online. A prioridade será dada aos gestores de escolas com grande número de alunos. Porém, a proposta está aberta a contribuições da sociedade. “Estamos adotando a seguinte estratégia: quando temos algo que começa a ser refletido, queremos partilhar isso, informar, mesmo sem ter o formato do edital. Não queremos nos comunicar com a sociedade só quando o edital estiver pronto”, acrescentou. As informações são da Agência Brasil. Leia Mais »

Ministério avaliará creches e pré-escolas a partir de 2016

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O Ministério da Educação (MEC) vai criar uma avaliação de larga escala para creches e pré-escolas, unidades que atendem crianças de 0 a 5 anos. Os dados de qualidade serão produzidos e divulgados a cada dois anos, a exemplo do que ocorre com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A chamada Avaliação Nacional da Educação Infantil (Anei) será realizada já no ano que vem pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao MEC, e essa primeira edição tem divulgação prevista para 2017. A nova avaliação vai oferecer indicadores de qualidade por escola, rede, municípios, Estados e Brasil. As creches e pré-escolas particulares terão um indicador por amostragem. Segundo o diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, Alexandre André dos Santos, não haverá prova. Os critérios de qualidade levarão em conta a oferta de vagas, infraestrutura, perfil dos profissionais e educadores, recursos pedagógicos e gestão do sistema. Dessa forma, os resultados conterão uma série de indicadores e não apenas uma nota geral, como ocorre com o Ideb. Haverá, entretanto, metas de qualidade para cada indicador. “Avaliar é dar valor. É importante ter a avaliação porque dá relevo e status para o debate de educação infantil sob o referencial da qualidade”, disse Santos durante a apresentação da Anei no 15º Forum da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em Mata de São João, na Bahia. Os critérios avaliados na Anei terão por base os Indicadores de Qualidade na Educação Infantil, de 2009. Nele constam critérios mínimos para um bom atendimento às crianças, que vão da quantidade máxima de alunos por educador à característica ideal de acústica das unidades. Parte dos dados será apurada via Censo Escolar, mas o Inep também deve criar sistema de coleta de outras informações necessárias. O processo de criação da Anei foi iniciado em 2011, e as definições apresentadas foram pactuadas em um grupo de trabalho que reuniu oito entidades, incluindo a Undime. PNE A criação do sistema já está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014. O Inep ainda trabalha na construção do formato dos questionários e dos painéis dos resultados para as escolas e municípios. Também coloca como desafio futuro a implementação de um sistema de autoavaliação das unidades. Na ... Leia Mais »

Audiência Pública discute metas e estratégias do Plano Municipal de Educação de Conceição do Almeida

Foto: Divulgação Ascom

Para discutir e aprovar as metas e estratégias do documento base do Plano Municipal de Educação (PME), a Secretaria da Educação do município de Conceição do Almeida, localizada a 170 km de Salvador, no Recôncavo Baiano, realizou na manhã desta sexta feira (13), uma audiência pública que contou com a presença de professores, gestores, coordenadores e sociedade civil. Durante o evento, a Técnica do Programa de Apoio à Educação Municipal (PROAM), Fernanda Karla Argolo, realizou juntamente com a representante do Grupo Colaborativo, Suely Bitencourt, a apresentação do projeto de pesquisa do PME de Conceição do Almeida em alternância ao Plano Nacional da Educação (PNE), e destacou a importância desse documento e os avanços que o município alcança com mais uma etapa do processo. “Hoje o município de Conceição do Almeida está sendo agraciado com uma grande Audiência Pública do Plano Municipal de Educação que é um instrumento norteador do município para os próximos 10 anos. Com a aprovação do Plano Nacional, estados e municípios devem ter seus próprios planos de educação, nesse contexto o município de Conceição do Almeida, assumindo um compromisso com a educação pública está realizando a construção do seu PME, com acompanhamento e assessoramento do PROAM e do próprio Ministério da Educação, contemplando desde o ensino infantil ao ensino superior além da valorização dos professores, gestão e financiamento.” disse. O município se junta aos poucos municípios do estado que já estão em processo de avaliação para registro e aprovação. A técnica mostrou ainda os índices federal, estadual e municipal, parabenizando o município pela iniciativa: “Hoje no estado da Bahia, poucos municípios tem seu plano de educação já aprovado. É um número muito pequeno diante da importância que é a educação e o município de Conceição do Almeida busca a efetivação desse plano. Parabenizo a Secretaria da Educação por essa iniciativa, ressaltando que o plano de educação não é apenas da rede municipal e sim do município que será operacionalizada pelas gestões nos próximos 10 anos.” disse. O Plano Municipal de Educação (PME) é um documento que define metas educacionais para o município por um período de 10 anos. Trata-se de uma exigência prevista em Lei Federal, que instituiu o Plano Nacional de Educação (PNE), estabelecendo diretrizes, metas e prioridades para a educação municipal ... Leia Mais »

Reajuste de 13,01% no salário dos professores começa a valer esse mês

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Valor foi definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica A partir desta mês o piso salarial do magistério terá aumento de 13,01%, passando para p valor de R$ 1.917,78. O calculo divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. O novo montante é relativo ao salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais. Segundo o MEC, nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). De acordo com a lei, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).   Leia Mais »

“Aluno deve ser o protagonista”, afirma baiana premiada no 8º Prêmio Professores do Brasil

Foto: Margarida Neide

Por Jair Mendonça Jr.   Professora de ciências na Escola Municipal Irmã Elisa Maria, em Nova Brasília, Josefa Rosimere Lira da Silva foi a única  baiana premiada pelo MEC no  8º Prêmio Professores do Brasil, com a criação de jogos didáticos.  Nesta entrevista, ela fala dos desafios e de como deveria ser a educação. “Ou colocamos o aluno para ser ator da sua produção ou vamos fracassar”. Fale um pouco de sua trajetória como educadora? Sou professora do ensino fundamental. Atuo na educação há 15 anos, mas no primeiro momento, logo depois de formada, atuei como psicopedagoga. Anos depois, participei de um projeto de educação científica na Universidade Federal da Bahia (Ufba), que me deu a bagagem necessária para desenvolver o trabalho que realizo atualmente. Você foi a única professora da Bahia premiada no 8º Prêmio Professores do Brasil, de iniciativa do Ministério da Educação. Como você se sentiu? Uma sensação única. Acho que é um dos poucos momentos em que o professor sente-se valorizado. Sinceramente, não achava que um projeto, desenvolvido por alunos do ensino fundamental de escola pública, fosse selecionado entre os milhares. Quando e como foi desenvolvido o projeto? Foi no ano passado. Eu tinha duas turmas, uma do 3º e outra do 5º ano. Os meninos eram  dinâmicos e alegres. Enxergando isso, lancei o desafio para os meus 34 alunos de criar jogos didáticos de ciência. No primeiro momento eles ficaram superfelizes. Acharam que ia ser a coisa mais fácil do mundo. Porque, quando criança pensa em jogo, assimila logo a brincadeira, mas eles não imaginavam os desafios que iriam surgir. E quais foram esses desafios? Primeiro tive que criar uma cartilha para identificar o perfil de cada um deles, para saber o que eles dominavam em termos de leitura, escrita, etc. O objetivo era fazê-los pensar como seriam os jogos. Porque tinha que ser com a cara deles. Apresentei a eles um roteiro, que muitos não conheciam, para começarmos a trabalhar as ideias do jogo e aprofundar o tema. Foram quatro meses só nessa fase. Minha maior preocupação era não criar jogos que ficassem guardados no armário. Quantos jogos foram criados e com que objetivo? Em um período de oito meses, trabalhamos na criação de dez jogos, mas só oito ficaram ... Leia Mais »