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Museu em Salvador abre inscrições para Oficina de Fotografia neste sábado (07)

Estão abertas as inscrições para a Oficina de Fotografia Cores do Pelourinho que o Museu Tempostal (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) que começam no próximo sábado (07), a partir das 14h. A oficina, que será ministrada pelo professor Alan Santos, tem por objetivo apresentar conceitos básicos de linguagem e composição fotográfica, além de técnicas que permitam que o participante possa fotografar e aplicar efeitos da forma que achar mais interessante. A atividade é gratuita e não é necessário possuir uma câmera profissional. Pessoas com máquinas pequenas e celulares poderão participar. Serviço Oficina de Fotografia no Museu Tempostal Data: 07/11 Horário: 14h Inscrição gratuita pelo e-mail: servicoeducativo.tempostal@gmail.com ou 3117-6383 Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33 – Pelourinho Leia Mais »

EDUCOMUNICAÇÃO: A TARDE Educação realiza minicursos para professores da rede estadual, nesta quinta-feira (22)

Realizar atividades capazes de incentivar os alunos ao exercício da leitura não é tarefa fácil. Escolas e professores têm se dedicado constantemente a descobrir novas metodologias e ferramentas capazes de despertar o interesse dos alunos. Pensando nesta necessidade o programa A TARDE Educação, braço social do grupo A TARDE, em parceria com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia tem realizado minicursos, a fim de auxiliar na utilização do jornal e outros meios de comunicação como ferramenta de ensino. Para a professora do Colégio Estadual Dep. Rogério Rego, em Jardim Cajazeiras, Nildete Vieira os encontros possibilitam enxergar o jornal de uma outra forma, além facilitar as atividades já desenvolvidas em sala de aula. “Por mais que nós desenvolvamos atividades em sala utilizando o jornal, o encontro nos possibilitou ter outras visões da ferramenta. É possível enxergar novas formas de aplicações, para o veículo, não só o habitual corta e colar, e não apenas para as matérias de linguagem. Além de ser uma ferramenta de fácil acesso, a interdisciplinaridade do impresso é uma grande possibilidade de construção educativa”. Destinada para professores da rede estadual, o próximo minicurso será realizado quinta-feira (22) e tem como tema “Tirinhas em ambientes educomunicativos”. A atividade será realizada na sede do jornal A TARDE, localizada na rua Prof. Milton Cayres de Brito n° 204 – Caminho das Árvores 09h às 12h 13h às 17h , os interessados podem fazer inscrições até a próxima quarta-feira (21) pelo número (71) 3340-8563. Leia Mais »

Mês do professor é marcado por oficinas de cuidados com a voz

Professores do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, deram uma pequena pausa nas atividades cotidianas desta manhã de quinta-feira (1º), para receber orientações de como cuidar melhor da voz, que é uma importante ferramenta de trabalho. A atividade, que contou com a participação do jornalista e radialista, do grupo A TARDE, Jefferson Beltrão, marcou o início das atividades voltadas para a comemoração do dia do professor, – com data celebrada em 15 de outubro – promovidas pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Jefferson Beltrão realizou um bate-papo com os profissionais e destacou a importância de cuidados para conservar melhor a saúde vocal, a exemplo do não consumo de alimentos gordurosos como chocolate e derivados de leite. “O professor deve se conscientizar de que ele precisa ter uma voz saudável para o exercício da profissão e, para isso, a adoção regular de simples hábitos, como o consumo de maçã e a ingestão de bastante água durante todo o dia, contribuem para a qualidade e conservação da voz”. A depender do dia, o professor Leonardo Cerqueira leciona as disciplinas de Biologia e Química em até três turnos e afirmou que no final do expediente sente que sua voz fica um pouco desgastada. “Acho muito importante essas dicas que foram passadas porque irei aplicar no meu dia a dia, para ter um aproveitamento melhor da minha voz em sala de aula”, destaca. A professora de Inglês, Alcilea Gomes dos Santos, afirmou que já coloca em prática algumas medidas. “Consumo maçã no início e no fim do dia para limpar as cordas vocais, além de beber água. Venho percebendo uma melhora na resistência da minha voz e consigo dar aulas tranquilamente”. De acordo com a coordenadora do programa Saúde do Professor, da Secretaria da Educação, Maria Regina dos Anjos, essa iniciativa se estenderá para unidades de ensino da capital e interior do Estado. “Essa atividade do mês do professor engloba outras ações do programa e que conta com a atuação de profissionais das áreas de psicologia, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia e serviços sociais”, explica. Leia Mais »

Tradições culturais são valorizadas pelas escolas: Manifestações populares enriquecem os projetos pedagógicos

Manter viva tanto as culturas regionais como populares é um desafio. É por essa razão que é preciso reforçar cada vez mais essa temática nas instituições de ensino.  Assim, escolas públicas e privadas da capital baiana investem em projetos pedagógicos que incluam os temas dentro do conteúdo programado. Sobre o assunto, o professor da Faculdade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e consultor do Colégio Oficina, Marcelo Faria, afirma que as escolas precisam “se abrir para o mundo”. “Hoje, as instituições estão colonizadas pelo foco nos vestibulares. O currículo  acaba sendo escravizado e existe necessidade, também, de se discutir a cultura regional e popular” , conta. É o que reafirma o coordenador pedagógico do Ensino Médio do Colégio Antônio Vieira, José Teixeira, conhecido como Zelão, que articula em suas pesquisas o currículo, formação e pedagogias culturais do tempo presente. “A escola traz as formas de expressar a cultura do passado assim como o que hoje se produz como cultura. A maneira como as crianças brincam, por exemplo, são manifestações culturais. Nos estamos muito distantes desse tipo de discussão na maioria das escolas, é preciso fazer mais”, disse. Nas escolas No Colégio Oficina o chamado tema do ano de 2015 é “Cultura popular”. Assim, os estudantes, segundo a coordenadora pedagógica da escola, Cláudia Cely Pessoa, “repensam, refletem e recriam a temática em suas diversas abordagens”. “Esse é um tema que deve compor a formação do indivíduo, por isso ele não é temporal. O estudo da cultura não deve se restringir às festas populares, marcadas em determinados calendários, já que estamos num país de grande extensão territorial com diversas contribuições para a formação da identidade nacional” , explica Cláudia Cely Pessoa. Na Escola Municipal Almirante Ernesto de Mourão Sá, em Salvador, a gestora da instituição, Jaciara Paz, afirma que a realização de projetos relacionamos as temáticas culturais são “instrumentos pedagógicos que viabilizam e ampliam os processos de ensino aprendizagem”. Ela acrescenta que valorizar a cultura local ajuda a “despertar os pesquisadores, os poetas, cantores e artistas que não percebemos no decorrer das aulas”. É o que acontece, também, no Colégio Antônio Vieira. A professora Eliana Bomfim, coordenadora pedagógica do 6º e 7º anos do ensino fundamental, afirma que é importante que hajam trabalhos que envolvem a temática cultural regional pois “é algo nosso”. “Propiciar aos alunos um mergulho nas suas raízes culturais, é contribuir para a formação de uma sociedade que reconhece, valoriza e respeita a diversidade cultural” , esclarece. “Aqui no colégio os nossos alunos estão vivenciado o São João através de algumas atividades e de alguns projetos, como por exemplo o projeto trabalhado no 6º ano, chamado Ecordel. Nesse projeto os alunos tiveram contato com cordelistas, construirão cordéis com a temática do meio ambiente e já trabalharam como xote e baião” , explica. Leia Mais »

ENEM: Um processo interessante “tanto pela forma, quanto pelo conteúdo”

*Por Brenda Gomes Com a proximidade das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem os alunos do terceiro ano do ensino médio de várias escolas do Brasil, se deparam com a ansiedade, dúvidas,  e inúmeros conteúdos para estudo. Como a escola pode auxiliar nesse processo? Com a família pode ajudar nas indecisões? Essas e outras questões foram respondidas pela Coordenadora Pedagógica do Curso e Colégio Oficina e Diretora Pedagógica do AGREGA – Assessoria e Consultoria em Projetos, Luciana Oliveira, em entrevista para o A TARDE Educação. A TARDE EDUCAÇÃO: Mesmo com tantas mudanças na sociedade, uma coisa não mudou, a ansiedade pelo vestibular. Como você explica isso? Os alunos estão mais ou menos interessados com o passar dos anos? LUCIANA OLIVEIRA: Os processos seletivos são a porta de acesso às Instituições de Ensino Superior (IES). Natural que, atendendo a um chamado social, os alunos egressos do ensino médio desejem cursar uma universidade. Quando temos um quadro de maior demanda que oferta de vagas, a ansiedade passa a ser um componente pertinente ao contexto. Quanto ao interesse dos alunos em ingressar em cursos universitários, dependendo do discurso do seu contexto, das expectativas familiares e sociais, é tão grande ou maior do que em outros tempos. Com o SISU e a possibilidade de ampliar suas escolhas acerca das IES, cresce, também, o desejo por cursar universidades fora de seu Estado de origem. ATE: Como a família pode interferir nesse processo de transição, do ensino médio para a academia? LO: Dando mais autonomia aos seus filhos, estimulando-os a serem responsáveis por suas escolhas, encorajando-os diante dessa nova relação com o que é um desejo, mas que assusta por ser novo. Estabelecendo diálogos de verdadeiro crescimento – diante de uma situação adversa, ampliar o leque de possibilidades de resolução e confiar que seu filho será capaz de funcionar para solucionar a dificuldade. Estar presente como apoio. ATE: E os indecisos? Como a escola pode auxiliá-los nas escolhas pelo curso e instituições? LO: A indecisão possui diversos fatores, alguns da competência da escola, outros não. O papel da escola é oferecer informação profissional, promover visitas às Instituições de Ensino Superior, dinâmicas em sala de aula e até, em alguns casos, uma proposta de Orientação Profissional. Outras demandas, no entanto, ... Leia Mais »

A TARDE Educação realiza minicursos em Maragogipe nesta sexta (13)

Por Brenda Gomes Retornando às atividades de formação de professores nos municipios baianos, nesta sexta-feira (13) o programa A TARDE Educação realiza o minicurso “Construindo o Jornal na Escola” e “Alfabetização e Letramento – Com jornal uma proposta de leitura significativa ”, no município Maragogipe. Os minicursos, que fazem uma nova leitura da extintas oficinas do programa, é uma das ferramentas utilizadas pelo A TARDE Educação para orientar formas de ensino através da ótica da educomunicação, que alia as práticas e meios de comunicação as atividades escolares. Para o secretário da educação Adilton Ferreira levar o jornal à sala de aula é levá-lo também às família dos alunos e despertar nos estudantes a consciência da importância do veículo para se manter informado, “É muito importante que eles tenham a cultura de folhear as páginas dos jornais e entender que, o que está escrito faz parte do cotidiano deles. É um veículo que muitos pais desconhecem, muitas vezes porque não sabem ler ou não tiveram acesso e agora seus filhos passarão a ter acesso a partir desta parceria. O A TARDE Educação pra mim é uma maneira que encontramos de seduzir esses novos leitores”, afirma. Confira as fotos: Publicação by A TARDE Educação. Leia Mais »

Sequelas dos tempos de escuridão: O reacionarismo e o ideário opressor da Democracia ainda recorrem à superação política social

Considero atrasada a ideologia de represália presente nos dias atuais respaldada nos resquícios políticos das práticas dos militares na época da ditadura. A intervenção por violência fere os princípios básicos dos direitos humanos, assim como a censura representa uma falsa ideia de liberdade democrática. Afinal, vivemos em uma época em que a expressão alheia repercute-se com respeito? Confirmo um fato claro: não superamos com a Democracia a política autoritária dos tempos de milagre econômico. Avançamos bastante, porém a malícia ditatorial permanece disfarçada sob modelos de controle social despercebidos pela maioria populacional. O controle das mídias, por exemplo, demonstra a capacidade de manipulação em favor dos interesses de uma determinada classe, que por sua vez possui representação política referente a seus eleitores (que deveria ser de acordo com as mesmas: a população). Portanto, pergunto-nos: de que forma devemos proceder para conquistarmos a nossa utopia de igualitarismo e respaldo ideológico social que sucumbiu nos 21 anos de repressão? A ditadura mascarou sua inconsistência e fragilidade por meios de violência e autoritarismo, ambos presentes hoje na militarização da polícia, que ainda responde aos interesses do Estado. Tem-se, assim, apenas uma supérflua caracterização da ordem vigente, uma maquiagem, cuja raiz apodrece nas calamidades egoístas e ignorantes de um governo ultrapassado. A sociedade, então, é afobada diante dos fatos, estagnando o desenvolvimento intelectual que movimenta o progresso, e a opinião democrática é desrespeitada pela própria ordem. Reafirmo dessa forma o valor democrático que deve ser trabalhado para a construção de um governo verdadeiramente representativo: a liberdade de expressão e escolha. Essa liberdade encontra-se depurada e estacionada nos preceitos de opressão da ordem ditatorial imposta e correspondente nos governos atuais. É necessária, então, a luta pelo combate a essa violência e repressão por meio justamente da voz e manifestação da ideologia de uma nação e não de uma minoria. Assim consolidaremos, de vez, um governo para o povo. * Yan Iehihara de Paula é aluna do 3º ano do Colégio Oficina e teve esse artigo publicado no jornal A Tarde no dia 10/11/2014 Leia Mais »

GOLPE DE 64: Democracia de sala de jantar

Por Gustavo Lustosa A mesma máquina de poder que oprime e coíbe o ser social de suas expressões de cidadania não poderia ser um espaço participativo e que promovesse resoluções com base nos interesses coletivos? Lutar por uma democracia e pela mínima liberdade de expressão foi, no Brasil, durante muitos anos, uma viagem em contracorrente. Mas será que não deixamos a sala de jantar? Para mim não há dúvida: paredes rachadas, cadeiras tortas e pratos quebrados; e ainda somos os que assistem a tudo bestializados. Enquanto o sonho da dignidade humana afogava-se num mar de violência e repressão, o futuro da identidade política brasileira estava sendo traçado com tintas de sangue dos que lutavam por uma mudança. No âmbito cultural, por exemplo, surgiram armas de diversos calibres: músicas de protesto verbalizando suas insatisfações, as Artes Plásticas tomaram uma postura crítica mais incisiva e todo esse universo de engajamento e revolta, apesar da censura, foi de fundamental importância para sensibilizar o povo contra o poder desmedido. Afastados 50 anos da ditadura, os uivos de protestos ainda ecoam pelos nossos discos, quadros, peças (porém nem tanto nas nossas gargantas). Obras emblemáticas como “É proibido proibir” de Hélio Oiticica, o concretismo de mensagem disfarçada de Haroldo de Campos, como em “Quis mudar tudo / mudei tudo / agora pós-tudo / ex-tudo / mudo” ou ainda o Tropicalismo ainda se aplicam às aspirações do nosso tempo. Não estamos mudos, mas, muitas vezes, continuamos calados e isso é um reflexo do caráter passivo da nossa educação e de políticas de massas que calejam nossa república democrática. Promessas de um país mais justo e que respeite os Direitos Humanos não podem ser pensadas senão nas raízes do problema: não basta o governo ser democrático, o povo deve usufruir dessa democracia. E, para isso, a escola brasileira pede reforma, assim como a estrutura política, que deve ser mais participativa. Se Paulo Freire, Cecília Meireles e tantos outros repensaram a educação como vetor da transformação é porque sabiam que a escola é o esboço da sociedade, assim como a educação é o esboço da política. *Gustavo Lustosa é aluno do 3º ano do Colégio Oficina e teve esse artigo publicado no jornal A Tarde no dia 10/11/2014 Leia Mais »

Professores de Juazeiro participam de oficinas do A TARDE Educação

Luan Santos               Mais de 50 professores da rede municipal de Juazeiro (a 502 km de Salvador) participaram esta semana de oficinas ministradas pelo programa A TARDE Educação. Os cursos têm o objetivo de incentivar a formação de novos leitores e estimular as práticas de leitura e escrita entre os estudantes. Para isso, os professores participam de cursos de formação fornecidos em parceria entre A TARDE e as prefeituras. As primeiras oficinas em Juazeiro foram: “Construindo Jornal na Escola” e “O Jornal Como Fonte para Transversalidade e Interdisciplinaridade”, realizadas na última semana. Na quarta-feira, os professores participaram da oficina com o tema “Alfabetização e Letramento com o Jornal”. As oficinas foram realizadas na Escola de Formação Continuada de Educadores da Rede Municipal de Ensino de Juazeiro (EFEJ). Esta unidade funciona como uma espécie de “escola para professores” e é voltada apenas para a formação continuada dos docentes do município. A assistente de Projetos Sociais do Grupo A TARDE, Aline Costa, que ministrou as oficinas, conta que a recepção dos professores foi “calourosa”. “O resultado foi excelente. Os professores ficaram bastante motivados com o trabalho proposto”, afirma. Oficinas Na primeira oficina, “Construindo Jornal na Escola”, os professores aprendem como podem fazer um jornal em sala de aula com os alunos. “A oficina presencial no município traz um olhar diferenciado na leitura do jornal. Os professores conhecem a estrutura do jornal, os jargões, além de como se dá a construção da notícia, o lead (como se chama o primeiro parágrafo de uma matéria) e as regras para o título”, explica Aline Costa. A segunda oficina, “O Jornal Como Fonte para Transversalidade e Interdisciplinaridade”, tem a proposta de levar para a sala de aula os temas transversais presentes nas matérias do jornal. “Colocamos as possibilidades de trabalhar os temas transversais de forma interdisciplinar, pois o jornal traz informações que não contém nos livros didáticos. São temas que vão além dos muros da escola”, ressalta Aline. Já em “Alfabetização e Letramento com o Jornal”, os professores ganham o jornal como mais uma ferramenta para a alfabetização. “Esta oficina traz o jornal como uma proposta de trabalhar alfabetização e letramento no contexto em que o aluno está inserido”, conta a assistente de Projetos Sociais. O ... Leia Mais »

Estudantes da rede estadual são selecionados em edital de fotografia

      Foto divulgação   Os estudantes da rede estadual Gabriel Carvalho, Leandro de Castro e Mercedes Oliveira, participantes da oficina de fotografia, realizada no Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC) de Salvador, localizado no Colégio Estadual da Bahia (Central), em Nazaré, estão entre os dez selecionados no edital do I Prêmio Casa Castro Alves de Arte. Promovida pela Casa Castro Alves, a premiação visa à valorização artística e o reconhecimento cultural e patrimonial da capital baiana.   Com o tema A Cartografia Afetiva da Cidade de Salvador, a primeira edição do concurso irá premiar obras de fotografia e de literatura que tragam à tona oito importantes monumentos e lugares históricos de Salvador. As etapas de classificação e premiação serão realizadas nos dias 9 e 14 de outubro, às 18h, na sede da Casa Castro Alves, no bairro de Santo Antônio, em Salvador, com a participação do público e votação popular.   Gabriel Carvalho e Leandro de Castro, ambos 18 anos e estudantes do 4º ano do curso técnico do Centro Estadual de Educação Profissional em Apoio Educacional e Tecnologia da Informação Isaías Alves (Barbalho), e a aluna Mercedes Oliveira, 17 anos, 2º ano do Colégio Estadual Senhor do Bonfim (Barris), frequentam a oficina de fotografia do CJCC, que funciona dentro da proposta do Centro Juvenil de promover educação complementar de forma lúdica, em ambientes interativos e atrativos.   Fonte: Secretaria de Educação do Estado da Bahia ASCOM / SEC Leia Mais »