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Projeto Semana de Cinema na Escola auxilia na produção textual dos alunos

Realizado há seis anos, na Escola Estadual Ocridalina Madureira, em Salvador, o projeto Semana de Cinema na Escola vem se destacando por desenvolver a expressão oral e escrita ampliada dos estudantes, através da leitura fílmica. O projeto, que este ano acontece nessa sexta-feira (18/09), busca facilitar a integração entre os conteúdos estudados e os conhecimentos gerais já aprendidos, articulando informações com as experiências presentes nos filmes. “Usamos os princípios pedagógicos do Gestar na Escola para desenvolver o projeto, que prepara o aluno para a vida, tanto profissional quanto em sociedade. O cinema, narra histórias, constrói uma nova maneira de olhar para o mundo da mesma forma que o Gestar trabalha na linha do letramento. A proposta é justamente alinhar a interpretação de texto, a leitura de diversos gêneros textuais com os filmes”, afirmou o professor José Rubens Neto, idealizador do projeto. O projeto promove a integração de estudantes, professores e toda a comunidade escolar, promovendo entretenimento e desenvolvimento, permitindo aos participantes explorar seus sentidos e ampliar o conhecimento. Os filmes exibidos são escolhidos pelos professores, com foco nas temáticas atuais ou em conteúdos trabalhados em sala de aula. “A realização desse projeto é uma oportunidade de envolver professor e aluno em uma experiência lúdica que servirá de instrumento para promover mudanças na formação do estudante. Percebemos que o projeto está dando certo, através da melhora dos alunos na interpretação de texto, além disso, alunos que eram considerados faltosos voltaram a frequentar as aulas, existe também, uma melhora significativa nas notas dos alunos”, relatou o Diretor da Escola, Fabrício Mattos. “A gente não só assiste aos filmes, também fazemos uma pré-leitura das críticas e dos resumos sobre os filmes escolhidos, forçando a nossa interpretação. O projeto me incentivou a gostar de cinema e me ajudou nas matérias de linguagem”, explicou a estudante, Erica Conceição. Fonte: IAT/Unidade de Comunicação, Secretaria de Educação do Estado Leia Mais »

BA precisa construir 525 bibliotecas até 2020

Até 2020, 525 bibliotecas devem ser implantadas em unidades escolares da rede estadual na Bahia em cumprimento ao que manda a lei 12.244, sancionada em 2010 pelo ex-presidente Lula, que obriga as instituições de ensino a construírem o equipamento. As demais 837 instituições estaduais de ensino já possuem atualmente biblioteca, segundo a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC). Faltando cinco anos para o prazo de efetivação da medida, professores se dizem otimistas para o fato de que a Bahia vai conseguir cumprir a legislação em tempo hábil. A professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb- Campus I) Obdália Ferraz, por exemplo, afirma acreditar que existem condições de a capital baiana alcançar o praz o estabelecido pela lei. “Temos muito o que conseguir ainda. No entanto, existem, sim, condições de alcançarmos o prazo” , diz a educadora. Ela, no entanto, sugere a necessidade de projetos de leitura que tenham como norte estimular o desejo do estudante de ler. “Assim não será feita uma leitura apenas pela leitura,mas por prazer e vontade” ,diz Obdália Ferraz. Já a presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Ana Teixeira, concorda que o estado conseguirá atingir a meta estabelecida pela lei e destaca alguns fatores que ainda necessitam de correção. “Podemos citar o espaço físico, que precisa de se adequar conforme a realidade da instituição, além do acervo, no qual é preciso haver, no mínimo, um título para cada aluno matriculado. Não se pode descuidar ainda de profissionais especializados, uma vez que existe carência com relação ao número de funcionários da área” , enumera Teixeira. Ambas as educadoras concordam sobre a importância da leitura e do acesso aos livros no processo educacional. “A biblioteca é uma das maneiras de desenvolver no sujeito as formas de ver o mundo” , conta a professora Obdália Ferraz. Projetos O Sistema Municipal de Biblioteca Escolar de Salvador conta, hoje, com 384 espaços de leitura, sendo: oito bibliotecas; 78 cantinhos de leitura, 131 bibliotecas móveis, uma bebeteca; e 166 salas de leitura. Segundo o coordenador de inovação pedagógica da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Miguel Serra Durado, existem projetos em andamento, para que sejam instalados espaços de leitura em todas as 427 escolas da rede municipal de ensino. “Essa ação acontece através do documento Salvador Construindo um Novo Futuro: 2013-2016. O trabalho já vem sendo realizado e tem o objetivo de promover a democratização do acesso ao livro e o consequente incentivo à leitura” , disse. No estado, um dos projetos da SEC é o “Educar para transformar – Um pacto pela educação”, que criou o Sistema de Bibliotecas Escolares para assegurar condições básicas necessárias ao funcionamento de salas de leitura nas escolas. Outra novidade é um software para integrar as bibliotecas. Leia Mais »

Rádio na escola resgata memória de bairros

*Por Brenda Gomes Ruas, bairros, cidades… regiões que foram sendo construídas e modificadas com o passar dos anos. Histórias da formação de lugares que foram passadas de geração para geração, mas que acabaram se perdendo com a chegada da TV, internet e até com a mudança dos hábitos de convivência humana. Pensando nessa necessidade das pessoas, em especial crianças e adolescentes em fase escolar, de conhecerem a história de formação das regiões, o projeto “Rádio da Escola na Escola da Rádio” tem formado novos pesquisadores. O projeto, que teve início em 2009, começou como uma atividade no Colégio Militar da Bahia – CPM do bairro do Dendezeiros, onde os alunos produziam pesquisas sobre a história de alguns dos bairros de Salvador. Assim como no CPM o mesmo processo de pesquisa acontece em outras escolas, incentivados e acompanhados por pesquisadores do Grupo de Pesquisa Geotecnologia, Educação e Contemporaneidade (GEOTEC) da Universidade Estadual da Bahia. De acordo com Jordan Mendes, jornalista e especialista em docência, o projeto permite além do contato com as histórias, desconhecida muitas vezes pelos próprios habitantes dos bairros, a possibilidade dos alunos manterem contato com os artigos científicos ainda em período escolar, o que é visto como um diferencial para o orientador. “O rádio é um difusor de informação das pesquisas realizadas por eles. A ideia é que os alunos sejam capazes de desenvolver os artigos de pesquisas antes de entrarem nas universidades para que se sintam atraídos também por esse campo. O projeto, que não possuí incentivo financeiro direto, também vem acontecendo desde 2012 na Escola Governador Roberto Santos, no bairro do Cabula. Incentivado pela professora Katia Soane, a ”Rádio da Escola na Escola da Rádio” tem atendido na instituição cerca de 15 alunos, entre 11 e 15 anos, que assim como as outras instituições participantes, recebem oficinas como rádio, fotografia, vídeo e elaboração de artigos. Para Katia o projeto tem dado outro olhar para os alunos. “É algo engrandecedor, perceber a mudança e a construção da visão crítica deles. A produção desses meninos e meninas é feita por um ponto de vista de acordo com a realidade deles. Então eles estão buscando falar sobre lugares próximos a maioria deles, mas que a maioria desconhece a história, como a lagoa aqui no Cabula”, ... Leia Mais »

Educadores usam a ciência para melhorar rendimento escolar

Por Jair Mendonça Um grupo de pesquisadores de diversas regiões do país lançou recentemente, no Rio de Janeiro, a Rede Nacional de Ciência para a Educação, com intuito de otimizar o aprendizado escolar tendo como base estudos científicos. Um desses estudo, por exemplo, comprova que a maioria dos indivíduos tem mais dificuldades de concentração no período da manhã. O objetivo do grupo, de acordo com Roberto Lent – um dos idealizadores da proposta -, é conduzir estudos capazes de investigar como ocorrem os processos de ensino e aprendizagem, gerando evidências científicas que possam subsidiar melhores práticas pedagógicas e, assim, otimizar o aprendizado escolar. Para Lent, que também é diretor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não tem sentido obrigar jovens a acordarem às seis da manhã e exigir deles que, às sete, já estejam atentos para aprender matemática em suas primeiras atividades escolares. “Por essa lógica, seria muito mais produtivo, por exemplo, iniciar o dia com atividades lúdicas, como música ou esportes. Deixar aulas de disciplinas que demandam maior esforço e concentração para mais tarde”, explica Lent. Para o neurologista e neuropediatra baiano Fabrício Guimarães Júnior, a iniciativa do grupo de pesquisadores é válida. “De fato, a concentração dos indivíduos fica comprometida nas primeiras horas do dia. Alguns conseguem se adaptar melhor a essa situação. Outros apresentam grande dificuldade e são tratados como preguiçosos pelos professores e pela família”, constata o especialista. Segundo Fabrício, é importante conscientizar os educadores sobre a importância do repouso para o desenvolvimento do estudante. “O ambiente escolar também pode melhorar se o horário das aulas e as atividades propostas forem ajustados ao ritmo do corpo”, completa. A dona de casa Elisa Borges de Jesus, 47, atendeu aos pedidos do filho Matheus de Jesus Carvalho, 10, e transferiu o estudante do 4º do ensino fundamental para o turno vespertino. “Ele vivia me pedindo para mudar. Disse que não conseguia prestar atenção nas aulas. Esse foi o primeiro ano dele estudando à tarde. As notas melhoraram”, comemora Elisa. Pesquisa A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) fez, no início do ano, uma pesquisa no Centro de Educação Integrada, em Natal. Os resultados indicam algumas medidas para driblar o relógio biológico dos adolescentes. Deixar as ... Leia Mais »

Concurso de redação e desenho premia estudantes, de todas as etapas da educação, com até R$6 mil

Reconhecidos dentro e fora do País, os compositores Dorival Caymmi [1914-2008], Ary Barroso [1903-1964] e o piloto Ayrton Senna [1960-1994] são temas do 17º Concurso Nacional de Desenho, Redação e Artigo, promovido pela Imprensa Nacional. As inscrições podem ser feitas até 31 de dezembro. O concurso é dirigido a estudantes de todas as etapas da educação básica e de graduação, pública e particular. Estimular a pesquisa, a produção intelectual e artística, despertar o interesse de estudantes e professores pela visita a museus e instituições históricas estão entre os objetivos do concurso. No total, serão distribuídos R$ 30 mil. Diferente da maior parte dos concursos, o da Imprensa Nacional terá a categoria desenho para crianças do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Os alunos devem fazer um desenho tendo como tema Ayrton Senna Visita o Museu da Imprensa. Premiação O prêmio será o depósito em caderneta de poupança de R$ 1,8 mil para o primeiro colocado, R$ 1,2 mil para o segundo e R$ 850 para o terceiro. O Legado do Compositor e Cantor Baiano Dorival Caymmi é o tema da redação para alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental. Os vencedores receberão R$ 2,1 mil (primeiro lugar), R$ 1,3 mil (segundo) e R$ 950 (terceiro), depositados em conta poupança do estudante. Para os três anos do ensino médio, o tema da redação é O Sentimento Nacional de Ary Barroso, compositor destacado da música popular brasileira. O primeiro colocado receberá R$ 2,8 mil; o segundo, R$ 1,7 mil; o terceiro, R$ 1 mil, também em depósitos de poupança. Universitários de qualquer área da graduação concorrerão com um artigo sobre a importância dos museus na formação cultural do país. Nesta categoria, o prêmio será de R$ 6 mil para o primeiro colocado e de R$ 4 mil para o segundo. Como incentivo, o professor de cada aluno premiado, exceto na categoria artigo, será contemplado com depósito de R$ 700 em caderneta de poupança. Mais informações sobre o concurso e a ficha de inscrição estão disponíveis na página da Imprensa Nacional na internet. Leia Mais »

Último encontro de articuladores do A TARDE Educação incentiva alfabetização e letramento

Por Brenda Gomes Na sexta-feira (21) os articuladores do programa A TARDE Educação se reuniram no último encontro no ano de 2014. O evento aconteceu no auditório , do Centro Universitário UNINTER, polo Salvador, na Av. ACM, e contou com a presença de secretários municipais da educação e gestores escolares – parceiros do programa. Também estavam presentes o especialista em educação infantil e planejamento de ensino Clairton Quintela e o professor doutor Eniel do Espírito Santo, gestor da UNITER, que enxerga o projeto como fundamental para o desenvolvimento do aluno. “Desenvolve com pendências leitoras nos estudantes, que são fundamentais para a vida , para o mercado de trabalho. E no nosso caso, especialmente no ensino superior passamos a receber os alunos melhor preparados. Porque quando o aluno chega no ensino superior, encontramos nesses alunos muitas dificuldades que dizem respeito a suas competências leitoras, não conseguem ler, entender o texto… e sobre esse programa ele vai ao encontro de onde queremos chegar.” A articuladora Marilene Costa, do município de São Francisco do Conde, espera quem em 2015 o programa possa fazer uma diferença ainda maior dentro das escolas. “Os meninos manuseiam os jornais e sempre que acham alguma coisa interessante eles trazem para a sala de aula, ou então até levam para casa”, afirma. Marilene ainda conta que as atividades com o jornal é uma novidade não só para os alunos, mas também para os professores, que o enxergam não como mais um “programa” mas como um aliado para novas propostas. Mesmo com as explosão das redes sociais e da internet o articulador da cidade de Ibitiara, Ricardo Oliveira ver a utilização do jornal como importante ferramenta para a formação do senso crítico, e com um leque de opções para a o ensino nas salas de aula. “Depois que começamos a ter o contato com os treinamentos e as orientações, e partirmos para a prática a gente acaba descobrindo mais ainda a importância do jornal impresso e de como levá-lo a seduzir os alunos nas salas de aula. E os alunos eles adoram, porque qualquer conteúdo pode ser trabalhado com o jornal”. TROCA-TROCA Durante o encontro os articuladores avaliaram e trocaram experiências sobre o desenvolvimento das atividades com o jornal nos municípios. “Nesse momento que temos o ... Leia Mais »

NOÉLIA PACHECO: Educação tecendo valores e cidadania

E foi exatamente por conta de situações como as citadas e das relações interpessoais abaladas é que propusemos este projeto conde todos os envolvidos na comunidade escolar pudesse trabalhar e viver valores. Mudar posturas não é nada fácil, e o que propomos foi uma mudança na forma de agir de todos os agentes educativos. Diante das demandas da sociedade atual onde a cada momento buscamos ter muito mais do que ser, onde o consumismo globalizado rege a nossa vida cotidiana e nela está incluída a escola, é urgente uma educação que pense de maneira multi, unindo as várias áreas do conhecimento às diferente atitudes no contexto escolar buscando incessantemente atingir o ser: o estudante, sua família e toda a comunidade escolar. O título do projeto é: Educação tecendo valores e cidadania. E o tema central é: “Tem clima para aprender? E para trabalhar?” O nosso projeto propôs temas a serem abordados em cada unidade. Cada tema interliga com o outro. Propomos: capacidade de convivência e diálogo, igualdade de direitos e justiça,     tolerância, dignidade da pessoa humana e respeito mútuo. Os nossos objetivos foram: melhorar a convivência do aluno com o aluno, do aluno com professores, funcionários e direção, diminuindo sua agressividade; dinamizar as relações interpessoais entre corpo docente e gestores (coordenador (a) e diretor (a)); intensificar as relações interpessoais entre os pais e a escola; aproximar o esporte à construção e aprimoramento dos valores sociais de convivência; desenvolver a leitura e a produção textual a partir do tema proposto. Pensamos este projeto como uma formação de valores nas mais diferentes áreas do conhecimento e que inclui a proposta do Mais Educação, onde em cada oficina, além de tratar do conteúdo específico do programa, também dê ênfase aos valores socialmente constituídos na sociedade, incluindo e continuando com os conceitos sobre educação ambiental, uma vez que ao consolidar os valores e virtudes inerentes ao ser humano, seremos cidadãos conscientes de nossa ação no Planeta. Assim, educação e valor são conceitos que estão sempre caminhando juntos e não há uma educação consciente e significativa se esta se afasta do aprimoramento do caráter e da progressiva construção de valores.  Noélia Nunes Pacheco, 42 anos, é natural de Barra do Mendes, é graduada em Pedagogia; Especialista em Gestão Educacional; Pós ... Leia Mais »

2ª PARTE: Jornalistas vão até escola, no Lobato, e falam sobre rotina de jornal

Por Euzeni Daltro Empolgados, curiosos e bem dispostos. Foi assim que os alunos do 8º ano do Colégio Estadual Tereza Helena Mata Pires, no Lobato, participaram da palestra do jornalista do MASSA!, João Eça, na tarde da última quarta (12), na sede da instituição. Durante uma hora e meia, aproximadamente, ele falou sobre a rotina produtiva do jornal, a escolha das notícias e respondeu às perguntas dos estudantes. E como perguntaram! Os meninos queriam saber de tudo, desde o motivo que levou o Grupo A TARDE a criar o MASSA! até a seleção de fotos das gatas que estampam as capas. Antes mesmo do início da apresentação, houve quem externasse o desejo de atuar na área.“Poderia abrir vaga para alguns meninos daqui. Aí a fotógrafa ia me ensinar a usar aquela máquina. Se eu for trabalhar, quero ficar na parte de Polícia”, reivindicou Renan Vitor Bispo, 16. Durante a explanação, o jornalista João Eça ressaltou que o papel do MASSA! É buscar sempre o lado humano das histórias e valorizar os bairros populares. “A gente quer mostrar as coisas boas que acontecem nos bairros. O MASSA! temo estigma de ser ‘espreme e sai sangue’, mas tem apenas duas páginas de Polícia e nunca publicou imagem de sangue nem de corpo”, completou ele, que comanda a cobertura policial. O encontro fez parte do projeto de leitura do jornal MASSA! desenvolvido com a turma pela professora de Língua Portuguesa Mércia Abreu. Leia Mais »

Projeto “Literante” premia alunos em Catu (Ba)

Na última quinta-feira (6) o Projeto “Literante” premiou as três melhores produções do projeto que acontece desde o ano passado no município de Catu (Ba). O projeto é parceria com a proposta pedagógica da “Escola Viva”, construída para a rede municipal de educação, centrada no entendimento de que a escola é o lugar das vivências diversas, dos saberes múltiplos, de encontro de culturas, de reconhecimento e afirmação de identidades e diferenças.  Os ganhadores foram 3º Lugar – “Minha Escola”, do aluno Eric Maciel (Escola Municipal Jecelino José Nogueira) 2º Lugar – “Eu e o vagabundo”, da aluna Maria Aparecida (Escola Municipal Desemb. Maria Gabriela) 1º Lugar – “Minha Comunidade”, da aluna Patrícia dos Santos (Escola Municipal Geminina Assunção). Leia Mais »